sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Visão de mundo

Vejamos o mundo com a visão correta: a verdade espiritual.
Um breve texto sobre a importância de enxergarmos a nossa vida e o mundo geral utilizando a “lente mental correta”: o conhecimento da verdade espiritual. Também disponível em Pensamento Novo - Brasil.



“ O QUE VOCÊ VÊ?

O que você vê habitualmente na vida? Você está constantemente observando imperfeição e coisas negativas? Ou você dá testemunho do bem inerente de Deus e de Sua criação?

Essas são perguntas importantes, pois, através das suas respostas, você pode alcançar uma melhor compreensão a respeito si mesmo.

O que nós vemos no exterior não é mais do que o reflexo do interior, porque nós somos rodeados por um retrato das nossas próprias crenças. Em outras palavras, nós manifestamos, em geral, aquilo que pensamos e acreditamos seriamente.

Assim, se quisermos saber de que modo pensamos habitualmente, precisamos apenas olhar ao nosso redor, e perguntarmo-nos o que realmente vemos.

A Bíblia diz que não devemos dar falso testemunho, mas é bem isso o que fazemos, quando, por exemplo, não vemos a presença de Deus em todas as situações ou quando aceitamos a aparência como realidade.

Por outro lado, nós somos observadores de Deus quando vemos o homem ‘íntegro’ onde parece estar o enfermo; quando perdoamos alguém que nos feriu, e então vemos nele o Cristo; quando vemos prosperidade em lugar de escassez, sabendo que Deus atende todas as nossas necessidades; ou quando vemos harmonia e paz sem ter em conta as condições exteriores aparentes.

Talvez você se recorde destas falas de Shakespeare: não há nada bom nem mau; o pensamento é que o faz assim.*

Você vê o bem em toda parte? Se não vê, comece agora a treinar a si mesmo. Você se surpreenderá ao perceber quão depressa sua própria vida mudará para melhor. ”

 

Tradução de excertos de Stake your claim, de Emmet Fox, Harper & Row, Publishers, New York (1952). Texto compartilhado exclusivamente para estudo e uso pessoal.

Nota do tradutor:
* Hamlet, Ato 2, Cena 2.

Nenhum comentário:

Postar um comentário